Apartamento piracicaba lançamento melhores bairros
Pastas de papel cheias de contratos, anexos e protocolos estão se tornando coisa do passado. O mercado de imobiliária busca maneiras de migrar a documentação para o mundo digital — de forma mais rápida, prática e com menor consumo de papel. A limitação mais importante, claro, é o contrato de corretagem – a lei exige a forma escrita, ou seja, uma assinatura manuscrita ou uma assinatura eletrônica qualificada. Esta última ainda é relativamente rara, pois requer ferramentas ou programas adicionais e está sujeita a uma taxa. Muito mais populares são as assinaturas eletrônicas “padrão” – por exemplo, por meio de um perfil confiável ou aplicativos que permitem assinar documentos online.
Embora nem sempre atendam aos requisitos escritos de um contrato de corretagem, são perfeitas para todos os protocolos, contratos e declarações de visitação de imóveis – onde os regulamentos não exigem um formulário específico. Alguns escritórios também utilizam assinaturas eletrônicas criadas com caneta stylus em tablets , tratando-as como equivalentes a uma assinatura manuscrita. Esta é uma solução prática, mas juridicamente ambígua. No entanto, indica claramente a direção: clientes e agentes buscam simplicidade e mobilidade, e o mercado está testando diversos modelos para reduzir a burocracia . É importante ressaltar que documentos eletrônicos significam menos erros, gerenciamento de documentação mais fácil e acesso rápido ao conteúdo – os agentes não precisam procurar um relatório perdido em um arquivo, e o cliente tem tudo à mão por e-mail ou aplicativo. Essa conveniência acabará se tornando a norma.